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terça-feira, 22 de maio de 2007

nevermind the bollocks

Gostaria de poder ser um pouco menos impotente diante das porcarias que me acontecem no dia-a-dia. A notícia de hoje é que ficarer mais uns dias sem o carro. A velha desculpa da peça que nunca chega a tempo, do problema decorrente da falta dela e toda essa baboseira de quem é incompetente o suficiente para não conseguir fazer o próprio trabalho.

Eu recomendo a qualquer pessoa que compre um carro da Peugeot. O motor é maravilhoso, o acabamento ótimo, um belo conforto e o design, inquestionável. Só não o recomendo para as pessoas que vivem em Brasília. O motivo? As duas concessionárias daqui pertencem à mesma pessoa. E esse dono, mantém o mesmo nível de "excelência" em suas duas franquias.

O serviço mecânico é ridículo, não possuem o equipamento necessário para reparos mais sérios e precisam terceirizar serviço e o atendimento ao cliente é o mais ridículo ao qual já fui submetido. Se você vive em Brasília e se envolveu em uma batida séria, que avariou muito o carro, mande-o para a concessionária de Goiânia. Seu carro será consertado por gente mais capaz e será entregue, provavelmente, em bem menos tempo.

Gostaria que alguém que realmente importa lesse isso, mas a gente sabe que mesmo sendo ouvido, pode-se facilmente ser ignorado. Enfim... Deixa pra lá.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

sem clipes e sem conteúdo

Um dos passos que garante alguns poucos minutos de besteirol televisivo na minha rotina diária é a hora do almoço. É o único tempo que reservo para sentar diante daquela caixa idiotizante da qual tanto fazemos questão.

Ultimamente, tenho reservado esses momentos para a Liga da Justiça. Não encontrei programa melhor para substituir esse desenho, nos vinte e poucos minutos que gasto para processar meu prato generoso. Mas como o SBT nem sempre ajuda, acabo tendo que dar uma zapeada em busca de alternativas aos episódios em reprise. E a MTV sempre me pareceu uma boa saída.

O grande problema é que eu sou daqueles poucos (?) apreciadores de clipes na TV. Não tenho muita paciência para procurar coisas no You Tube e acho interessante a aleatoriedade das seleções nos programas porque, muitas das vezes, a gente acaba conhecendo por acidente uma nova banda, que nos seduz.

Em dezembro do ano passado a emissora anunciou o fim dos clipes. Controverso, mas explicado com a desculpa de que os espectadores não têm mais nenhum motivo para dar audiência aos vídeoclipes por conta da facilidade em encontrá-los na Internet. Claro, como se todo mundo tivesse acesso (ou como se as gravadoras não ficassem proibindo clipes no YT). Mais uma forma de exclusão social.

Só que a pior parte mesmo é a grande quantidade de programas desprezíveis que a emissora conseguiu trazer para a programação, em substituição aos clipes. Tudo lixo pronto, trazido da América de Bush, com direito a toda a sorte de esquisitices. Hoje, por exemplo, assisti a um 'show' chamado "Why can't I be you?" ("Por que não posso ser você?"). O nome já me irritou, pois foi claramente plagiado de uma canção do Cure. O programa consiste em uma pessoa que 'admira' outra e gostaria 'ser como ela'. Lixo.

Lá se vão as poucas oportunidades de conhecer sonoridades novas. Sem vídeoclipe, o jeito é ficar com Last.fm.

domingo, 11 de fevereiro de 2007

the best

Enfim, foi ruim o Fatboy Slim.
Carismático? Claro. Mas não acertou NENHUMA. Nossa senhora dos DJs que me perdoe, mas foi bem fraco. O repertório pra agradar a trupe de infantes até funcionou, mas a má utilização dos toca-discos apagou tudo, pra mim.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

barrados no baile

O grande problema de ser barrado na porta da festa é achar que você é VIP e no pior momento descobrir que não é. Você sai de casa, encontra o produtor da festa, a figura OFERECE o VIP e você aceita. No instante mágico que separa o "estou na rua fria" do "cheguei à pista quente", você descobre que o seu nome nunca chegou às mãos da hostess. A cara vai ao chão e você pensa: vou pagar, afinal, estou longe de casa e sem casaco. Mas e o sangue esquentando, por conta da cara-de-pau do mau colega que surge se desculpando porque sua entrada não é franca? Aí, você já passou a humilhação inicial e nem quer mais festa. Aliás, você nem gosta do som que rolava. Aliás, você nem gosta do produtor da festa. Mas que diabos... ?

Eu nem sou daqueles que não paga, vejam. Pelo contrário, apóio e pago sempre que posso. Mas VIP oferecido e não-concedido é algo muito pouco bom. Descobrir isso na porta é pior.

De música de fundo o "chord.wav" (aquele barulho de 'pããã!' que o windows faz quando cagou tudo e deu erro).