Sempre gostei da música e não sabia de quem era. Já é velha e o André me trouxe ontem. Em meio a tanta má sorte e burradas, o melhor que há a fazer é mergulhar em música.
"People
They don't mean a thing to you
They move right through you
Just like your breath
But sometimes
I still think of you
And I just wanted to
Just wanted you to know
My old friend...
I swear I never meant for this
I never meant...
Sometimes
I forget I'm still awake
I fuck up and say these things out loud
My old friend...
I swear I never meant for this
I never meant...
Don't look at me that way
It was an honest mistake
An honest mistake"
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domingo, 27 de maio de 2007
domingo, 29 de abril de 2007
no words
Às vezes a gente não tem muito a dizer. Uma boa saída é a música que a gente tá ouvindo na hora.
"Got a big plan, this mindset maybe its right
At the right place and right time, maybe tonight
And the whisper or handshake sending a sign
Wanna make out and kiss hard, wait nevermind
Late night, and passing, mention it flipped her
Best friend, who knows saying maybe it slipped
But the slip turns to terror and a crush to light
When she walked in, he throws up, believe its the fright
Its cute in a way, till you cannot speak
And you leave to have a cigarette, your knees get weak
An escape is just a nod and a casual wave
Obsessed about it, heavy for the next two days
It's only just a crush, it'll go away
It's just like all the others it'll go away
Or maybe this is danger and you just don't know
You pray it all away but it continues to grow
I want to hold you close
Skin pressed against me tight
Lie still, and close your eyes girl
So lovely, it feels so right
I want to hold you close
Soft breasts, beating heart
As I whisper in your ear
I wanna f*cking tear you apart"
"Got a big plan, this mindset maybe its right
At the right place and right time, maybe tonight
And the whisper or handshake sending a sign
Wanna make out and kiss hard, wait nevermind
Late night, and passing, mention it flipped her
Best friend, who knows saying maybe it slipped
But the slip turns to terror and a crush to light
When she walked in, he throws up, believe its the fright
Its cute in a way, till you cannot speak
And you leave to have a cigarette, your knees get weak
An escape is just a nod and a casual wave
Obsessed about it, heavy for the next two days
It's only just a crush, it'll go away
It's just like all the others it'll go away
Or maybe this is danger and you just don't know
You pray it all away but it continues to grow
I want to hold you close
Skin pressed against me tight
Lie still, and close your eyes girl
So lovely, it feels so right
I want to hold you close
Soft breasts, beating heart
As I whisper in your ear
I wanna f*cking tear you apart"
segunda-feira, 16 de abril de 2007
O que nos liga é a música!
Eu não sei porque até hoje não discorri exaustivamente sobre este vídeo. Talvez por pura displiscência.
O documentário "O que nos liga é a música" foi idealizado pelo meu amigo Thiago Falcão. Ele trabalhou em cima da idéia que é slogan do DNB Online (de fato, nem sei se a idéia dele que acabou virando slogan). Na verdade, não dá pra discorrer muito sobre o vídeo. Ele é tão envolvente e interessante pra quem participa de qualquer tipo de cultura musical, que não requer muita conversa. Assistam aí, em duas partes. 15 minutinhos.
Parte I
Parte II
PS.: Não, eu não uso drogas. Aquela cara era ressaca de sono.
O documentário "O que nos liga é a música" foi idealizado pelo meu amigo Thiago Falcão. Ele trabalhou em cima da idéia que é slogan do DNB Online (de fato, nem sei se a idéia dele que acabou virando slogan). Na verdade, não dá pra discorrer muito sobre o vídeo. Ele é tão envolvente e interessante pra quem participa de qualquer tipo de cultura musical, que não requer muita conversa. Assistam aí, em duas partes. 15 minutinhos.
Parte I
Parte II
PS.: Não, eu não uso drogas. Aquela cara era ressaca de sono.
segunda-feira, 9 de abril de 2007
smashing it up
Dia de Laboratório é sempre incomum. Minha noção de surpresa acaba sempre mais positiva a cada festa como essa.
Abri, desorientado, ainda procurando o que tocar até a hora em que sobrasse algum resquício de tempo meu com a pista. Acabou que sobrou tempo mesmo.
Com a presença de um gringo no recinto, confesso que fiquei meio assustado. Surpreendente foi a reação do nosso ilustre convidado ao meu sou e ao frenesi que ele causava na pista. Deve ser estranho: você cria um som, do outro lado do mundo; nasce com ele toda uma cultura, que ultrapassa os 15 anos de existência; e o começo desta cultura, descansa em lembranças de pessoas por todo o mundo; de repente, você se vê numa festa, no meio do nada, num lugar em do qual nem se tinha conhecimento e as pessoas conhecem e apreciam aquela cultura; aquela mesma resposta às mesmas músicas que jovens ingleses ouviam há 15 anos atrás se repete, com gente que acabava de sair do jardim de infância naquela época.
Silver cantou boa parte das músicas do meu set. Covardia minha, né? Mas o que ficou claro e mais me realizou foi a surpresa do inglês ao notar naquela pista jovem, o mesmo amor e a mesma alegria de junglists do Reino Unido.
De quebra, ganhei três rewinds e um caloroso "you smashed it!", do inglês suado, logo após o seu set sinistro. Foi dançante ao extremo.
De resto, o álcool e a presença dos amigos é sempre bem-vinda. Todas pessoas muito queridas que fazem cada dia de Laboratório ser um dia mais que especial.
Abri, desorientado, ainda procurando o que tocar até a hora em que sobrasse algum resquício de tempo meu com a pista. Acabou que sobrou tempo mesmo.
Com a presença de um gringo no recinto, confesso que fiquei meio assustado. Surpreendente foi a reação do nosso ilustre convidado ao meu sou e ao frenesi que ele causava na pista. Deve ser estranho: você cria um som, do outro lado do mundo; nasce com ele toda uma cultura, que ultrapassa os 15 anos de existência; e o começo desta cultura, descansa em lembranças de pessoas por todo o mundo; de repente, você se vê numa festa, no meio do nada, num lugar em do qual nem se tinha conhecimento e as pessoas conhecem e apreciam aquela cultura; aquela mesma resposta às mesmas músicas que jovens ingleses ouviam há 15 anos atrás se repete, com gente que acabava de sair do jardim de infância naquela época.
Silver cantou boa parte das músicas do meu set. Covardia minha, né? Mas o que ficou claro e mais me realizou foi a surpresa do inglês ao notar naquela pista jovem, o mesmo amor e a mesma alegria de junglists do Reino Unido.
De quebra, ganhei três rewinds e um caloroso "you smashed it!", do inglês suado, logo após o seu set sinistro. Foi dançante ao extremo.
De resto, o álcool e a presença dos amigos é sempre bem-vinda. Todas pessoas muito queridas que fazem cada dia de Laboratório ser um dia mais que especial.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
ah, o verão...
E a frase do mês é?
Claro! "Ah, o verão..."
Tsc.
Como já dizia o filósofo, "ah, o verão..." é a cabeça do meu p#%!
Porque? Três bons motivos, devidamente detalhados:
Eu quero uma nuvem densa e seca, inibindo todo e qualquer raio de sol que tenta me ferir o olho. Claro, ainda assim eu usarei o velho aviador espelhado, mas preciso de tempo nublado. Me possibilita caminhar na rua durante o dia sem suar feito um idiota. E faz com que as pessoas cheirem melhor. Não é suficiente?
Eu quero chuva, enquanto durmo. Aquele barulho prazeroso de gotas no telhado, desenhado pelos deuses para propiciar o melhor sono possível. E as pessoas ficam mais calmas, descansadas. Não é suficiente?
Eu quero frio. Gente cheia de casacos e cachecóis, banindo as peças de roupas inventadas pelo lado negro da força como camisetas regatas, shorts e havaianas. Porque no frio as pessoas ficam mais bonitas. Vai dizer?
"I'm only happy when it rains
I'm only happy when its complicated
And though I know you cant appreciate it
You know I love it when the news is bad
Why it feels so good to feel so sad"
Claro! "Ah, o verão..."
Tsc.
Como já dizia o filósofo, "ah, o verão..." é a cabeça do meu p#%!
Porque? Três bons motivos, devidamente detalhados:
Eu quero uma nuvem densa e seca, inibindo todo e qualquer raio de sol que tenta me ferir o olho. Claro, ainda assim eu usarei o velho aviador espelhado, mas preciso de tempo nublado. Me possibilita caminhar na rua durante o dia sem suar feito um idiota. E faz com que as pessoas cheirem melhor. Não é suficiente?
Eu quero chuva, enquanto durmo. Aquele barulho prazeroso de gotas no telhado, desenhado pelos deuses para propiciar o melhor sono possível. E as pessoas ficam mais calmas, descansadas. Não é suficiente?
Eu quero frio. Gente cheia de casacos e cachecóis, banindo as peças de roupas inventadas pelo lado negro da força como camisetas regatas, shorts e havaianas. Porque no frio as pessoas ficam mais bonitas. Vai dizer?
"I'm only happy when it rains
I'm only happy when its complicated
And though I know you cant appreciate it
You know I love it when the news is bad
Why it feels so good to feel so sad"
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
reflexões ou fatboy #3
A primeira reflexão sobre "como me tornei um estúpido" surgiu mesmo antes de finalizar a leitura. E é musical.
Será a ignorância uma virtude? Não falo no sentido ofensivo de ignorância, estupidez. Falo da percepção para determinadas coisas. Nem todos possuem e ela só surge com o tempo. Vejam meu exemplo esclarecedor: ontem, no day after da apresentação de Fatboy Slim em Brasília, em todos os lugares podiam ser lidas mensagens positivas sobre o DJ. Entre inúmeros adjetivos, jazia a ignorância a qual me refiro. Não é querer demais. Quando você dança, suas pernas percebem o descompasso numa mixagem mal feita; o corpo nota a falta de perícia do DJ; sim, você perde o ritmo.
E quando você nota tudo isso e perde alguns minutos para recuperar novamente o ânimo pra dança, vem aquela idéia da 'ignorância salvadora' (a velha explicação para a traição de Cypher). É, dá saudade de tempos quando tudo o que estava ao redor era mais importante que a música e você nem notava as borradas do DJ. Saudosos os tempos de dança non stop. Quando a vibração da multidão ou qualquer outra coisa era o motivo.
A inteligência tem mesmo traços de doença. Separa as pessoas e exclui algumas boas possibilidades de nossas vidas.
Enfim, Fatboy Slim não foi bom. Mas tudo bem. O Damillanesa foi pior...
Será a ignorância uma virtude? Não falo no sentido ofensivo de ignorância, estupidez. Falo da percepção para determinadas coisas. Nem todos possuem e ela só surge com o tempo. Vejam meu exemplo esclarecedor: ontem, no day after da apresentação de Fatboy Slim em Brasília, em todos os lugares podiam ser lidas mensagens positivas sobre o DJ. Entre inúmeros adjetivos, jazia a ignorância a qual me refiro. Não é querer demais. Quando você dança, suas pernas percebem o descompasso numa mixagem mal feita; o corpo nota a falta de perícia do DJ; sim, você perde o ritmo.
E quando você nota tudo isso e perde alguns minutos para recuperar novamente o ânimo pra dança, vem aquela idéia da 'ignorância salvadora' (a velha explicação para a traição de Cypher). É, dá saudade de tempos quando tudo o que estava ao redor era mais importante que a música e você nem notava as borradas do DJ. Saudosos os tempos de dança non stop. Quando a vibração da multidão ou qualquer outra coisa era o motivo.
A inteligência tem mesmo traços de doença. Separa as pessoas e exclui algumas boas possibilidades de nossas vidas.
Enfim, Fatboy Slim não foi bom. Mas tudo bem. O Damillanesa foi pior...
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
'cause you're so nasty
Eis que assumo meu apreço pela cultura pop e resolvo fazer um test drive no CD novo do Robbie Williams. Surpreendeu, confesso. Ficou nos 50%-50%. Muita coisa pra fazer coreografia no palco, com um monte de jovens disfarçados de descolados, claro. Mas algumas parcerias e algumas faixas foram bem arquitetadas. Além de duas parcerias com os Pet Shop Boys, em duas faixas de nome realmente atrativos. "She's Madonna" e "We're the Pet Shop Boys". Quem precisa de criatividade?
Mas várias referências às bases e influências da música eletrônica compensaram o download. Ele não perde imagem de 'I wannabe american', mas dá pro gasto.
Mas várias referências às bases e influências da música eletrônica compensaram o download. Ele não perde imagem de 'I wannabe american', mas dá pro gasto.
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